Olá a todos os amantes de um futuro mais verde e criativo! Sabem, ultimamente tenho mergulhado de cabeça no universo do upcycling, e o que tenho descoberto é simplesmente fascinante.

Não é apenas uma tendência passageira, é uma verdadeira revolução que está a transformar a forma como pensamos sobre os produtos que consumimos e, mais importante, sobre o que fazemos com o que seria “lixo”.
Para mim, que adoro ver peças ganharem uma segunda (ou terceira, quarta…) vida, é incrível como a criatividade pode mudar o mundo. Lembro-me de uma vez que transformei uma velha camisa do meu avô num acessório de decoração super giro para a minha sala.
A sensação de dar um novo propósito a algo que tinha tanto valor sentimental, mas que já não servia, foi indescritível! Essa é a magia do upcycling: dar mais valor a algo que seria descartado, sem a necessidade de processos industriais complexos.
Em Portugal, tenho visto muitas iniciativas e marcas super inspiradoras a abraçar esta filosofia, desde a moda, que é um dos setores mais poluentes, até ao mobiliário e decoração.
E a verdade é que, em 2025, o upcycling não é apenas uma escolha sustentável, é uma declaração de estilo e individualidade, especialmente para a Geração Z, que procura autenticidade e peças únicas.
Afinal, quem não gosta de ter algo que mais ninguém tem, feito com uma história e com carinho? Reduzir o desperdício, economizar recursos naturais e diminuir a nossa pegada de carbono são apenas alguns dos benefícios que o upcycling nos oferece, e é um caminho que todos devemos explorar.
Abaixo, vamos desvendar todos os segredos por trás da produção e distribuição de produtos de upcycling, e como esta prática está a moldar o nosso futuro!
Desvendando os Bastidores do Upcycling: De Onde Nascem Estas Maravilhas?
Sempre que vejo uma peça de upcycling, seja um móvel antigo que ganhou uma nova vida ou uma roupa feita a partir de retalhos, a primeira coisa que me pergunto é: de onde veio esta ideia, e, mais importante, de onde vieram os materiais?
A verdade é que o processo de “caça ao tesouro” é, para mim, uma das partes mais emocionantes do upcycling. Não se trata apenas de pegar em qualquer coisa; é sobre ter um olhar treinado para o potencial escondido em objetos que outros descartam.
Lembro-me de uma vez, num mercado de velharias em Cascais, ter encontrado uma mala de couro vintage que estava um pouco gasta, mas com uma estrutura fantástica.
A vendedora ia deitá-la fora, e eu vi logo ali o material perfeito para um novo porta-lápis de secretária e uns pequenos estojos para maquilhagem. Foi uma das minhas primeiras experiências e o resultado foi surpreendente, mas a emoção de salvar algo e dar-lhe um novo propósito é indescritível.
É um processo que exige criatividade e uma boa dose de paciência para encontrar a “matéria-prima” certa, seja em feiras da ladra, doações de amigos, ou até mesmo em centros de recolha.
Em Portugal, a cultura de mercados de pulgas e lojas em segunda mão é muito rica, o que facilita bastante esta primeira fase. Acreditem, o que para uns é lixo, para nós, entusiastas do upcycling, é puro ouro!
A Arte de Selecionar Materiais: Um Olhar Além do Óbvio
Não é qualquer objeto que se transforma numa peça de upcycling de sucesso. Existe uma arte na seleção dos materiais. Eu já cometi o erro de pegar em algo apenas porque era “velho” e não porque tinha potencial real de transformação.
Aprendi, com a prática, a avaliar a qualidade do material, a sua durabilidade e, claro, a sua “história”. Um jeans velho pode virar uma mochila estilosa, mas precisa estar em bom estado.
Caixas de madeira de vinho podem se tornar prateleiras únicas, mas a madeira precisa ser resistente. O segredo é ver além do seu estado atual e imaginar o seu futuro.
É como ter superpoderes de visão raio-x para objetos! Além disso, a segurança também é crucial, especialmente quando se trabalha com materiais que podem ter produtos químicos ou desgaste estrutural.
A busca por materiais sustentáveis e seguros é uma prioridade, garantindo que o produto final seja não só bonito, mas também ético e inofensivo.
O Garimpo em Território Português: Onde Encontrar Tesouros Descartados
Em Portugal, temos uma abundância de locais incríveis para encontrar materiais para upcycling. Desde os famosos mercados de velharias como a Feira da Ladra em Lisboa, onde a cada terça-feira e sábado se encontra de tudo, até às muitas associações de recolha de roupa e móveis que recebem doações diariamente.
As ecocentros também podem ser uma fonte surpreendente de materiais, embora exijam mais critério e permissão. Eu adoro explorar pequenas lojas de segunda mão nas aldeias mais afastadas, onde muitas vezes encontro peças únicas com histórias autênticas e que ninguém mais teria resgatado.
O contacto com a comunidade local e o apoio a estas pequenas iniciativas fazem com que a experiência seja ainda mais gratificante. É uma forma de economia circular que nos permite apoiar o comércio local e dar um novo fôlego a objetos esquecidos.
Transformando o Descartado em Desejo: A Alquimia da Criação
Depois de ter os materiais em mãos, começa a parte que mais me fascina: a transformação. É aqui que a criatividade explode e onde um pedaço de tecido velho se torna uma bolsa exclusiva, ou uma palete de madeira se converte numa mesa de centro moderna.
O processo de design no upcycling é muito diferente do design tradicional, porque partimos de algo já existente. Não é criar do zero, mas sim reimaginar, reinventar e dar uma nova função.
Lembro-me de ter umas tábuas de madeira de um velho caixote de fruta que o vizinho ia deitar fora. Olhei para elas durante dias, imaginando o que poderiam ser.
No final, com lixas, tinta e um pouco de imaginação, transformei-as em pequenas prateleiras flutuantes para os meus livros de culinária. A sensação de ver a peça ganhar forma, de resolver os desafios que surgem (porque sim, eles surgem!) e de finalmente ter algo único nas mãos, é incomparável.
É um trabalho manual, muitas vezes artesanal, que exige paciência, técnica e, acima de tudo, amor pelo que se faz. Cada corte, cada costura, cada pincelada é pensada para maximizar o potencial do material original e contar uma nova história.
O Ateliê Mágico: Ferramentas e Técnicas Essenciais
Para quem está a começar no upcycling, não é preciso ter um ateliê super equipado. Eu comecei com ferramentas básicas: umas tesouras boas, agulhas, cola para tecido, uma serra manual e algumas lixas.
Com o tempo, fui investindo em máquinas de costura mais robustas, berbequins, e ferramentas para madeira, que me permitiram expandir os meus projetos.
Mas o essencial é dominar algumas técnicas básicas: costura manual e à máquina, corte de diferentes materiais, lixamento e pintura. A internet está cheia de tutoriais incríveis, e eu mesma já segui vários para aprender a trabalhar com couro ou a fazer montagens de madeira mais complexas.
A experimentação é chave, e não ter medo de errar é fundamental. Já estraguei muitos projetos, mas cada “erro” foi uma lição valiosa que me ajudou a melhorar.
Design Consciente: A Filosofia Por Trás de Cada Peça
No upcycling, o design vai além da estética. É um design consciente, que valoriza a história do material, minimiza o desperdício e pensa na durabilidade da nova peça.
Não se trata de seguir tendências cegas, mas de criar algo intemporal, com personalidade. Quando estou a projetar, penso sempre: “Como posso honrar este material e dar-lhe uma vida ainda mais longa e útil?”.
Por exemplo, ao transformar uma velha calça de ganga numa carteira, procuro aproveitar os bolsos originais, os ilhoses, as costuras. Isso não só economiza tempo, mas também celebra a identidade do material.
É um design que não só é bonito, mas também tem uma ética por trás, comunicando os valores da sustentabilidade e da criatividade. É essa a mensagem que quero passar com cada peça que crio, e que os meus clientes valorizam tanto.
A Voz das Peças: Contar Histórias para Conquistar Corações
Uma das coisas que mais aprendi ao longo da minha jornada no upcycling é que cada peça tem uma história para contar. E é essa história que conecta o objeto com quem o compra.
Não é apenas uma bolsa ou uma mesa; é uma peça que já teve outra vida, que foi resgatada, transformada e agora está pronta para fazer parte de uma nova narrativa.
Eu adoro partilhar a origem dos materiais, o processo de transformação e até os pequenos desafios que surgiram durante a criação. Essa transparência e autenticidade criam uma ligação emocional muito forte com os clientes.
Já tive clientes que me procuraram especificamente porque se identificaram com a história de uma peça, ou porque tinham um objeto antigo em casa e queriam dar-lhe uma nova vida através do upcycling.
O Poder da Narrativa: Mais Que um Produto, Uma Experiência
Quando apresento uma peça de upcycling, não falo apenas das suas características técnicas. Eu conto a sua história. Onde encontrei o material, qual era a sua vida anterior, o que me inspirou a transformá-lo, as dificuldades que enfrentei e a alegria do resultado final.
Essa narrativa transforma o produto numa experiência. Não é apenas comprar algo, é adotar uma peça com alma e propósito. No meu blog e nas redes sociais, faço questão de partilhar fotos do “antes e depois”, vídeos curtos do processo e até entrevistas com pessoas que me doaram materiais.
Isso não só educa o público sobre o que é o upcycling, mas também inspira outros a pensarem de forma mais criativa e sustentável.
Construindo Pontes: Conectando Criador e Consumidor
A distribuição de produtos de upcycling é muito mais do que logística; é sobre construir comunidades e conectar pessoas que partilham os mesmos valores.
| Canal de Distribuição | Vantagens no Contexto do Upcycling | Desafios Específicos |
|---|---|---|
| Loja Online Própria (E-commerce) | Controlo total da marca e narrativa; margens de lucro mais altas; alcance global. | Exige investimento inicial e esforço em marketing digital; logística de envio. |
| Mercados de Artesanato e Feiras Locais | Contacto direto com o cliente; feedback imediato; experiência de compra personalizada. | Alcance geográfico limitado; dependência das condições climatéricas; exige presença física. |
| Lojas Colaborativas/Conceito | Partilha de custos e público; curadoria de produtos de nicho; visibilidade em locais estratégicos. | Margens de lucro partilhadas; menos controlo sobre a apresentação da marca. |
| Redes Sociais (Instagram, Pinterest) | Ferramenta poderosa para storytelling e branding; baixo custo; alcance viral. | Transformar seguidores em clientes exige estratégia; saturação de conteúdo. |
A distribuição para produtos de upcycling, na minha experiência, funciona melhor quando é feita com um toque pessoal. Eu adoro participar em mercados de artesanto e feiras de design em Portugal, como a Creative Market no Porto ou o LX Factory em Lisboa.
Nesses eventos, posso interagir diretamente com os meus clientes, explicar-lhes a história de cada peça e ver a sua reação. É uma troca de energia incrível.
Além disso, ter uma loja online é crucial para alcançar um público mais vasto, tanto em Portugal como no estrangeiro. Mas mesmo online, faço questão de manter essa proximidade através de descrições detalhadas e fotos que mostram a alma de cada item.
O Caminho do Upcycling em Portugal: Inovação e Sustentabilidade
Em Portugal, o movimento do upcycling tem vindo a crescer de forma exponencial, e ver a criatividade e o empenho dos criadores locais enche-me de orgulho.
Há uns anos, era um nicho muito pequeno, mas hoje em dia, vemos marcas incríveis a surgir, desde a moda, com designers a transformar desperdício têxtil em coleções deslumbrantes, até ao mobiliário e decoração, com artesãos a dar uma nova vida a móveis antigos.
Lembro-me de ter visitado um ateliê em Lisboa que transformava botes de borracha antigos em carteiras e mochilas impermeáveis – a ideia era genial e os produtos eram de uma qualidade impressionante!
É um reflexo da nossa crescente consciência ambiental e do desejo de consumir de forma mais ética e com significado. O upcycling em Portugal não é apenas uma tendência; é uma resposta criativa e sustentável aos desafios do consumo excessivo e do desperdício.
Marcas e Iniciativas Inspiradoras: O Efeito Multiplicador
Em Portugal, temos exemplos fantásticos de como o upcycling pode ser não só sustentável, mas também um negócio próspero e inspirador. Há marcas que se especializaram em transformar redes de pesca abandonadas em acessórios, ou que utilizam excedentes de tecido da indústria têxtil para criar peças de vestuário únicas.
Eu sigo algumas destas marcas nas redes sociais e é incrível ver a inovação e o compromisso que elas demonstram. Elas não só criam produtos maravilhosos, mas também educam o público e promovem uma cultura de consumo mais consciente.
É um efeito multiplicador: quanto mais pessoas conhecem e apoiam o upcycling, mais forte se torna o movimento e maior é o seu impacto positivo no ambiente e na sociedade.
Upcycling e a Geração Z: Uma Conexão Autêntica
A Geração Z tem sido uma força motriz incrível para o upcycling. Eles valorizam a autenticidade, a individualidade e a sustentabilidade, e o upcycling encaixa-se perfeitamente nesses valores.
Não procuram apenas comprar algo; procuram algo que tenha uma história, que seja único e que reflita a sua personalidade e os seus princípios. Já conversei com muitos jovens em feiras de design, e o que eles mais destacam é o desejo de ter algo que não seja “fast fashion” ou massificado.

Eles querem peças que façam uma declaração, que mostrem que se preocupam com o planeta e que apreciam a criatividade. Para mim, isso é super inspirador, porque mostra que o futuro do consumo está a mudar para melhor, e que o upcycling tem um papel fundamental nessa transformação.
Benefícios Invisíveis: O Impacto Profundo do Upcycling
Para além da beleza estética e da originalidade das peças, o upcycling carrega consigo uma série de benefícios que vão muito além do que conseguimos ver à primeira vista.
Não é apenas uma forma de criar algo novo a partir do velho; é uma filosofia que impacta o ambiente, a economia e até mesmo a nossa própria criatividade e bem-estar.
Senti na pele a satisfação de contribuir para um mundo com menos desperdício, e o sentimento de que estou a fazer a minha parte é algo que não tem preço.
É como se cada peça de upcycling que crio ou que vejo a ser criada, fosse um pequeno ato de resistência contra a cultura do descartável que infelizmente ainda domina grande parte do nosso consumo.
E esta sensação de propósito é viciante!
Um Planeta Mais Leve: Redução de Resíduos e Pegada Ecológica
O benefício mais óbvio do upcycling é a redução de resíduos. Ao dar uma nova vida a materiais que seriam descartados, estamos a evitar que estes acabem em aterros sanitários, onde demorariam séculos a decompor-se ou poluiriam o solo e a água.
Pensem em todas as garrafas de plástico, pneus velhos, tecidos e móveis que são “salvos” todos os dias! Mas o impacto vai muito além: o upcycling também reduz a necessidade de produzir novos materiais, o que, por sua vez, diminui o consumo de energia, água e recursos naturais, e a emissão de gases com efeito de estufa associados à produção industrial.
É um ciclo virtuoso que beneficia todo o planeta.
Economia Criativa e Desenvolvimento Local: Mais Valor Onde Menos Se Espera
O upcycling também impulsiona a economia criativa, gerando novas oportunidades de negócio para artesãos, designers e pequenos empreendedores. Em Portugal, tem havido um crescimento notável de ateliês e marcas focadas em upcycling, o que contribui para a criação de empregos e para o desenvolvimento das comunidades locais.
Ao valorizar o trabalho manual e a criatividade, o upcycling ajuda a preservar técnicas artesanais e a promover uma economia mais justa e humana. Além disso, muitas vezes, a matéria-prima é de baixo custo ou gratuita, o que permite que pequenos negócios comecem com menos investimento, democratizando o acesso ao empreendedorismo sustentável.
Desafios no Horizonte: O Que Falta para o Upcycling Conquistar o Mundo?
Mesmo com todo o seu encanto e inegáveis benefícios, o mundo do upcycling não está isento de desafios. Lembro-me de quando comecei, a maior dificuldade era explicar às pessoas o que era, de facto, o upcycling.
Muitas confundiam com reciclagem ou pensavam que era apenas “reutilizar coisas velhas” de forma rudimentar. A percepção do valor de uma peça de upcycling ainda é um obstáculo em alguns setores, e isso é algo que, como influenciadora e criadora, sinto que é a minha missão mudar.
É preciso continuar a educar e a mostrar que o upcycling é arte, design e sustentabilidade, tudo numa só peça.
Quebrando Barreiras: Percepção e Valorização
Um dos maiores desafios é mudar a percepção pública sobre o valor dos produtos de upcycling. Algumas pessoas ainda associam o “feito com materiais reciclados” a algo de menor qualidade ou menos estético.
É fundamental que os criadores de upcycling invistam na qualidade do design, dos materiais e do acabamento, para que as peças sejam vistas como artigos de design de alto valor, e não como simples “bricolage”.
A comunicação é chave: é preciso mostrar que estas peças são únicas, duradouras e carregam uma história rica, que as distingue dos produtos de produção em massa.
Da Oficina à Loja: Escalabilidade e Produção
Outro desafio é a escalabilidade. Por natureza, o upcycling lida com materiais únicos ou em pequenas quantidades, o que torna a produção em larga escala mais difícil.
Cada peça é, muitas vezes, única ou parte de uma edição muito limitada. Isso é parte do seu encanto, mas também é um obstáculo para quem quer crescer e alcançar um público mais vasto.
A solução passa por desenvolver processos de design modular, encontrar fontes consistentes de materiais descartados de qualidade e, talvez, colaborar com outras marcas e artesãos para aumentar a capacidade de produção sem perder a essência artesanal e a singularidade de cada peça.
O Seu Convite ao Mundo do Upcycling: Comece Já a Sua Jornada!
Depois de tudo o que conversamos, espero que a semente do upcycling tenha sido plantada em vocês! Acreditem, não é preciso ser um artista ou ter um ateliê gigante para começar.
A beleza do upcycling é que ele é acessível a todos e começa com uma mudança de mentalidade. Aquela velha camisola que já não usam, umas tábuas de madeira esquecidas na garagem, um frasco de vidro vazio na cozinha – tudo tem potencial para uma nova vida.
E a sensação de criar algo com as próprias mãos, de dar um novo propósito a algo que seria descartado, é incrivelmente gratificante. É uma forma de expressão, de economia criativa e de cuidado com o nosso planeta, tudo junto!
Primeiros Passos: Ideias Simples para Começar em Casa
Querem começar? Não há desculpas! Podem transformar frascos de vidro em jarras decorativas ou porta-lápis.
T-shirts antigas podem virar panos de limpeza, sacos de compras ou até mesmo tapetes trançados. Revistas velhas podem ser transformadas em cestos ou peças de arte.
Basta um pouco de imaginação e alguma pesquisa. Há milhares de tutoriais gratuitos online que vos podem dar o empurrão inicial. O importante é começar, experimentar e não ter medo de errar.
Cada pequena transformação é um passo em direção a um estilo de vida mais sustentável e criativo.
Junte-se ao Movimento: O Poder da Comunidade Upcycler
O upcycling é muito mais divertido quando partilhamos a experiência! Existem inúmeras comunidades online e grupos locais em Portugal onde podem partilhar os vossos projetos, pedir conselhos e inspirar-se nas criações de outros.
Participar em workshops de upcycling, visitar feiras de artesanato e seguir criadores nas redes sociais são ótimas maneiras de se manterem motivados e aprenderem novas técnicas.
Lembrem-se, cada peça de upcycling é uma declaração de que valorizamos o que já existe e que acreditamos num futuro mais consciente e cheio de criatividade.
Vamos juntos transformar o mundo, uma peça de upcycling de cada vez!
글을 Mais do Que um Fim, um Novo Começo!
E assim chegamos ao fim de mais uma partilha, mas para mim, cada post sobre upcycling é apenas o início de novas ideias e inspirações. Espero, do fundo do coração, que esta conversa tenha acendido em vocês a mesma chama que me move todos os dias: a paixão por transformar, por dar nova vida, por ver beleza onde outros veem apenas o fim. O upcycling não é só sobre criar objetos bonitos; é sobre mudar a nossa forma de ver o mundo, de consumir e de interagir com o que nos rodeia. É um convite a sermos mais conscientes, mais criativos e, acima de tudo, mais felizes com as nossas escolhas.
Acreditem em mim, a satisfação de pegar em algo “velho” e transformá-lo numa peça única, cheia de história e propósito, é algo indescritível. Não hesitem em dar o primeiro passo, por mais pequeno que seja. Cada peça resgatada é um ponto a nosso favor na construção de um futuro mais sustentável para todos. Vamos juntos espalhar esta magia?
알아두면 쓸모 있는 정보
1. Comece pelo Básico: Não precisa de ferramentas profissionais. Tesoura, cola, agulha e linha são um excelente ponto de partida para pequenos projetos de upcycling em casa. Comece com objetos simples como frascos de vidro, caixas de cartão ou roupa antiga.
2. Fontes de Materiais em Portugal: Explore mercados de segunda mão, como a Feira da Ladra em Lisboa ou mercados de velharias locais. Centros de recolha de doações, lojas de caridade e até mesmo os seus próprios amigos e familiares são ótimos para encontrar “tesouros” para transformar.
3. Segurança em Primeiro Lugar: Antes de começar qualquer projeto, certifique-se de que os materiais estão limpos e seguros para manusear. Se for trabalhar com madeira, lixe bem para evitar farpas. Se usar tecidos, lave-os antes de cortar.
4. Inspire-se Online: O YouTube e o Pinterest estão repletos de tutoriais e ideias gratuitas de upcycling. Siga blogs e influenciadores portugueses na área para se manter atualizado e motivado.
5. Partilhe a Sua Jornada: Não tenha medo de mostrar os seus projetos, mesmo os que não saíram tão perfeitos. Partilhar a sua experiência nas redes sociais pode inspirar outros e criar uma comunidade de apoio.
중요 사항 정리
O upcycling, em Portugal e no mundo, é muito mais do que uma tendência; é um pilar fundamental para um futuro mais sustentável, criativo e economicamente consciente. O processo inicia-se com a arte de identificar materiais descartados, transformando-os em peças únicas e valorizadas, muitas vezes encontrando a sua matéria-prima em mercados locais vibrantes, como a Feira da Ladra, ou através de doações. Esta prática não só contribui para a significativa redução de resíduos e para a diminuição da nossa pegada ecológica, mas também impulsiona a economia criativa, gerando novas oportunidades para artesãos e designers.
A essência do upcycling reside na capacidade de contar histórias, conferindo a cada peça uma narrativa única que estabelece uma profunda conexão emocional com o consumidor, especialmente com a Geração Z, que valoriza a autenticidade e a sustentabilidade. Apesar dos desafios, como a necessidade de educar o público sobre o verdadeiro valor do upcycling e a dificuldade de escalabilidade, o movimento continua a crescer, com marcas e iniciativas portuguesas a liderar pelo exemplo. Ao adotar o upcycling, estamos a abraçar um estilo de vida que celebra a criatividade, a ética e um profundo respeito pelo nosso planeta.
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Como posso iniciar o meu próprio negócio de upcycling em Portugal, e quais são os primeiros passos a dar?
R: Começar um negócio de upcycling em Portugal é uma aventura emocionante e, na minha experiência, super recompensadora! A primeira coisa, e talvez a mais importante, é definir o teu nicho.
O que te apaixona mais? É a moda, transformando peças de roupa antigas em algo novo e moderno como fazem marcas portuguesas como a Béhen ou a Cura by the Sea?
Ou talvez mobiliário e decoração, dando uma nova vida a paletes e madeiras descartadas, como o projeto Pacová Upcycling? Ou até joias e acessórios com materiais inusitados?
Acredita, o mercado português está cada vez mais recetivo a produtos sustentáveis e únicos. Depois de teres a tua ideia, é hora de formalizar tudo. Em Portugal, como qualquer outro negócio, precisas de te registar, seja como empresário em nome individual ou abrindo uma pequena empresa.
Não te assustes com a burocracia, há muitos recursos e apoios para empreendedores. Procura informares-te junto do teu balcão de empreendedorismo local ou de associações empresariais.
A parte mais legal é que, ao fazer upcycling, estás a contribuir para a economia circular, e isso tem um peso enorme hoje em dia! Uma dica de ouro: começa pequeno.
Eu comecei na minha garagem, transformando uns velhos caixotes em estantes. Vende online, através das redes sociais (o Instagram é um universo para isto!), ou participa em mercados de artesanato e feiras de design sustentável que acontecem por todo o país.
É uma ótima forma de testar a aceitação dos teus produtos e receber feedback direto dos clientes. E não te esqueças de criar uma história para cada peça!
Os portugueses adoram saber a origem e a transformação do que compram.
P: Quais são os maiores desafios na distribuição de produtos de upcycling em Portugal e como superá-los?
R: Ah, a distribuição! Este é um ponto que, confesso, me deu algumas dores de cabeça no início. O principal desafio é a perceção que algumas pessoas ainda têm do upcycling.
Infelizmente, ainda há quem o associe a “coisas velhas” ou “feito em casa” de uma forma menos valorizada, em vez de ver o “valor acrescentado” que realmente tem.
É um erro, eu sei, mas a verdade é que precisamos de educar o nosso público. Outro ponto é a questão da escala. Produtos de upcycling são, por natureza, muitas vezes únicos ou de produção limitada, devido à disponibilidade dos materiais.
Isto torna difícil competir com a produção em massa e entrar em grandes cadeias de retalho que exigem grandes volumes. O que faço e o que vejo muitos colegas a fazer é apostar em vendas diretas, em lojas online próprias ou em plataformas de artesãos.
Parcerias com pequenos negócios locais, cafés com uma vertente mais alternativa, ou até galerias de arte, também funcionam super bem! E, claro, a logística.
Enviar peças únicas, por vezes volumosas ou frágeis, pode ser caro e complicado. A minha sugestão é pesquisar bem os serviços de transporte e, se possível, começar por focar-te no mercado local ou em entregas em mão, especialmente em cidades como Lisboa ou Porto, onde o interesse é maior.
A partilha de experiências entre upcyclers, em grupos de Facebook, por exemplo, também ajuda a encontrar soluções e parceiros. No fundo, é preciso muita resiliência e criatividade para contornar estas barreiras, mas a satisfação de ver os teus produtos chegarem às mãos certas compensa tudo!
P: Quais são as tendências atuais e os materiais mais procurados para projetos de upcycling em Portugal?
R: Se há algo que adoro no upcycling é estar sempre a par das novidades! Em 2025, o upcycling em Portugal está mais em alta do que nunca, e a moda continua a ser uma das áreas mais dinâmicas.
Tenho visto muitas marcas a apostar em transformar lixo têxtil, como gangas antigas ou excedentes de fábricas, em peças de vestuário super estilosas e originais.
É incrível como uma camisa que seria descartada ganha uma nova vida e se torna uma peça de coleção! No que toca a materiais, os têxteis continuam a ser reis.
Falamos de gangas, algodões, linho, e até tecidos mais nobres que seriam desperdiçados. Velhos lençóis e enxovais, por exemplo, estão a ser transformados em roupa nova com técnicas artesanais únicas.
Mas não é só a moda que brilha! No mobiliário, as paletes e outras madeiras descartadas são um clássico que nunca sai de moda, transformando-se em mesas, sofás ou decorações de jardim super charmosas.
E já repararam como as garrafas de vidro vazias podem virar copos, jarras ou peças de iluminação fantásticas? Além disso, há uma procura crescente por produtos personalizados e por tudo o que tenha uma história.
Os consumidores portugueses, especialmente os mais jovens, querem peças que reflitam a sua individualidade e os seus valores de sustentabilidade. Portanto, se tens acesso a materiais com um passado interessante – pensa em lonas publicitárias antigas, sacos de café, ou até mesmo plástico recolhido das praias – podes ter a certeza de que há um público à espera de os ver transformados em algo espetacular.
A criatividade não tem limites quando o objetivo é dar uma nova vida!






